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Pode copiar!

A maneira como fazemos pagamentos internacionais vai mudar? O Banco Central divulgou recentemente que vai liberar os protocolos do Pix para que outros países possam copiar gratuitamente o sistemas de pagamentos instantâneos. Pegue seu ☕ de sempre e acompanhe nossa análise deste mês!


Em clima de copa...

O Brasil vem há um tempo sendo usado como benchmark internacional. E não é sobre a seleção brasileira. Com iniciativas como o Open Finance e o Pix, o Banco Central vem se tornando referência em inovação financeira. O próprio FedNow Americano, futuro Pix dos nossos colegas do norte, foi muito inspirado no modelo brasileiro.

E não para por aí. Essas iniciativas do Bacen têm o objetivo de aumentar a inclusão, eficiência e qualidade das soluções financeiras, visando um impacto positivo direto na sociedade. Para o futuro, além das transações internacionais simplificadas, também podemos prever o uso do Pix ligado à Iniciação de Transação de Pagamentos (ITP). Na prática, o sistema permite iniciar uma ordem de pagamento sem que o usuário precise sair da loja onde está comprando, ou seja, não há necessidade de acessar o site ou aplicativo do banco, nem copiar e colar códigos de barras, por exemplo.

Tudo ficando cada vez mais simples…


Nosso olhar pelo 🌎: Entrou mais um no time Open...

O Consumer Data Right da Austrália deu outro grande passo à frente, com o Open Energy entrando em operação e o compartilhamento de dados consentido começando a fluir. Ao estender o CDR para além do setor bancário, a Austrália está, pela primeira vez, levando da teoria à prática a noção de um ecossistema de compartilhamento de dados regulado e regulamentado em toda a economia.

O Open Energy fornece compartilhamento de dados consentido pelo consumidor para alimentar casos de uso relacionados à energia. Os tipos de dados acessíveis incluem:

🔌 Dados do plano;
🔌 Detalhes da conta;
🔌 Dados de fatura e fatura;
🔌 Dados de serviço;
🔌 Medição e dados de uso.

Os dados de energia aberta permitirão vários casos de uso importantes na economia, como:

⚡ Troca de conta de energia simplificada;
⚡ Aumento da compreensão das oportunidades na economia verde e melhoria da acessibilidade a fontes de energia renováveis;
⚡ Facilidade na obtenção de empréstimos para soluções solares e de bateria.

Com o consentimento do consumidor, os dados do Open Energy também podem ser combinados com outros conjuntos de dados CDR, como bancários, para casos de uso ainda mais robustos. Além disso, outros fornecedores de energia também têm obrigações regulatórias para começar a disponibilizar o compartilhamento de dados do consumidor em 2023.

Embora o CDR esteja ativo desde julho de 2020 no setor bancário da Austrália, ele sempre foi projetado para ser estendido a toda a economia.

Será que essa moda vai chegar ao Brasil?


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